sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Antropologia- pensar as questões culturais

Hoje estivemos eu e meu marido na casa de uma amiga aqui em Corumbá, Profa. Nilza Cristina que é professora daqui do campus e seu marido,prof. da Universidade Federal de Tocantis, Reginaldo, antropólogo e formado em História, com certeza um encontro produtivo, daqueles encontros que não são planejados, mas acontecem e nos passam.

Quero compartilhar umas discussões que tivemos lá. Ele me apresentou algo que no fundo sempre busquei, mas que nunca tive tido oportunidade: discutir questões surdas culturais com antropólogos. Nossa, de fato é uma delícia poder discutir nesse sentido. É muito mais fácil e leve conversar sobre nossos paradigmas tão diferenciados sobre surdos e surdez com um antropólogo do que com pedagogos. Eu sou pedagoga, mas como são mais fechados e complicados de compreender coisas básicas como surdo como sujeito que constitui uma comunidade, marcas culturais e uma organização ímpar. A surdez marca essas organizações. Marca fortemente. Não é a única, como disse, mas marca.

Sugiro a leitura do texto que está neste endereço eletrônico:
http://www.n-a-u.org/magnani1-2007.html

Boa sugestão antropológica. Acho que é uma possibilidade de estudos futuros. Que delícia!!!!